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08 março 2015

And the waltz go on

... by Sir Anthony Hopkins, and performed by Andre Rieu and his orchestra (Vienna, 2011). Beautiful, frantic, amazing, emotive... and humble!

17 agosto 2011

A living Prayer





In this world I walk alone
With no place to call my home,
But there's one who holds my hand
Through rugged roads, through barren lands.
The way is dark, the road is steep,
But He's become my eyes to see,
The strength to climb, my griefs to bear.
The Savior lives inside me there.

Chorus:

In Your love I find relief,
A haven from my unbelief.
Take my life and let me be
A living prayer, my God, to Thee.

 

In these trials of life I find
Another voice inside my mind.
He comforts me and bids me live
Inside the love the Father gives.

In Your love I find relief,

A haven from my unbelief.
Take my life and let me be
A living prayer, my God, to Thee.

Take my life and let me be

A living prayer, my God, to Thee.

15 dezembro 2007

Peer Gynt

É a Miriam que nos atrai a um Concerto de Natal, com a Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa, sob a batuta do maestro Vasco Pearce de Azevedo.





O programa clássico da época ao qual nunca assisti. Mas o Palácio da Ajuda chamou com força, a sala D. Carlos esperava-nos e quando se ergueu o som do Peer Gynt de Edvard Grieg, já não havia volta a dar. Fiquei pregada, dormente, completamente envolvida em sons desconhecidos, familiares, em tons de cordas e piano, e sopros, numa harmonia 'sem dizente', num êxtase de ausência preenchida. Rostos desconhecidos, familiares... vozes, muitas vozes.




Seguiu-se o piano e Camille Saint-Saëns. Não sei o que impressionou mais, se os sons desconhecidos e surpreendentes, se a capacidade interpretativa de Eduardo Jordão, afinal um jovem tão próximo de Tomar, quanto hoje me posso considerar. E aquele piano de cauda magnífico. e aquele bem-estar tão raro que anseio guardar num frasco e tomá-lo agora e amanhã, e depois... sempre que precisar.



O concerto encerrou com Mozart. O inevitável, sem surpresas. Mas senti-me satisfeita e renovada.
E depois do conserto proporcionado pela música, pelos dizeres ao coração, o convívio: esse velho sábio que nos aquece, que nos faz sentir humanos, sempre humanos.
Obrigada minhas queridas e meus queridos! Valeu cada segundo.